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Atlântica 01

Da experiência indo-afro-ibero-americana tratará, pois, esta revista, espécie de ponte sobre o Atlântico atravessada nos dois sentidos para nos reconhecermos, uns e outros, na nossa outra metade comum. Porque para nós hoje, como no passado o foi para os navegadores ibéricos, o Atlântico não separa, antes une dois continentes.

(Atlântica 01, do Editorial)

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Atlântica 02

E atravessando toda a Atlântica, sob o «arco inteiro dos astros», a evocação de Juan Rulfo e dos seus livros fundacionais – A Planície em Chamas e Pedro Páramo – pretexto para outras inquirições sobre um México em cujos labirintos, às vezes, também encontramos Portugal. Ou não fosse Atlântica um lançar e puxar de fios azuis entre as duas margens do mar.

(Atlântica 02, do Editorial)

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Atlântica 03

Nesta edição, fazemo-nos de novo ao mar respondendo ao «apelo nómada das águas» que a partir das escarpas nuas de Sagres, nos leva para longe. E como Ulisses, navegamos para regressar ao porto que conhecemos. Pura errância no labirinto líquido por onde nos aventuramos, puxando os fios azuis que nos levam ao encontro do outro lado de nós.

(Atlântica 03, do Editorial)

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Atlântica 04

Nesta edição, enchemos de sonhos uma embarcação a damos nome de Eusebel e partimos de Luanda para Minas Gerais guiados pela Estrela do Sul. Navegamos «sem passaporte entre fronteiras por sentinelas de sal e silêncio», até aportarmos a lugares «mais remotos que Lima», que apenas vislumbramos nos confins de um mundo.

(Atlântica04, do Editorial)

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Atlântica 05

Vozes múltiplas ecoam na revista como num búzio onde se escuta a maresia do Sul. Vozes de navegantes da escrita que aqui deixam o seu rasto num conto, num poema, num ensaio, numa crónica, num testemunho, numa fotografia, cujo sopro continua a empurrar a revista cada vez mais para o Sul.

(Atlântica 05, do Editorial)

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Atlântica 06

Como nómadas das águas, em travessias de ida e volta, entre lugares de partida e de chegada da «vaga gente sem geografia cumprindo em sua carne, obscuramente, seus hábitos» - como confessou Jorge Luís Borges a Pessoa – empreendemos uma viagem circular através dos «labirintos embebidos de tinta» nas páginas da Atlântica.

(Atlântica 06, do Editorial)